Aquela raiva do que não se pode controlar, o desconhecido, uma sentença:
Melhor ser um lixo humano do que um parasita?
As entrelinhas e as realidades do pensamento, conjecturas sobre a feiura humana e a imundície que a boca vomita no momento de descontrole.
Não é filosofia barata.
A realidade e a cultura do egoísmo, um pesadelo e uma vida sem o valor, pegadas num asfalto que se dissolve.
Parasita! Ser um parasita, viver como um verme entre as cavidades do intestino.
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