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Mostrando postagens de novembro, 2013

As texturas de novembro

C hegou novembro e ela ficou pintada no meu coração, dei-lhe os relógios do sol e esperei as gotas da chuva, mas, a incerteza dela cravou uma estaca na minha alma e sorrindo eu acenei para o vento leva-la em segurança a caverna dos meus devaneios infinitos. A incerteza dela envenenou a minha nostalgia e perdida eu fiquei na escuridão observando o fim de mais um ilusório dia. As estrelas brilhavam e os pássaros me observando agonizar na solidão disseram as nuvens cinzentas para que a chuva continuasse até o raiar do dia, enquanto chovia em meu corpo frio e sem vida, eu via o amanhecer do fim de um ciclo e a doçura do passado transformou-se em alucinação. Ela voltou em outubro e abraçou a minha solidão, mas, em novembro a dor matou a certeza que restava no meu coração, os nossos melhores sentimentos serão lembranças eternas. O amor que eu senti por ela não poderá morrer, o amor que eu senti por ela nunca chegará a fenecer, mas, o que ela sente por mim não parece ser suficie...