V ários diálogos imaginários fervilham em minha cabeça, cada um mais estranho que o outro, todos começam no cair da noite, são como fragmentos das minhas lembranças, uma confusão em forma de pensamento, às vezes, parece um amontoado de ilusões que borbulham em torno dessa minha existência efêmera. Mas, esqueçamos disso tudo, hoje eu resolvi que precisava ver e sentir alguém familiar, não qualquer pessoa familiar, apenas aquela pessoa que sempre me beijava sem pensar. Ela me olhava calmamente e sussurrava o meu nome devagar. Essa pessoa me fazia vibrar, não sabia bem como lidar com tanto carinho e alegria. Enviei-lhe um convite por um celular, na mensagem lhe pedi uma visita, depois fiquei meio aflita. Olhando ao redor percebi minha solidão, então, imaginei que comprava um pouco da tua atenção, sorrindo eu te dava a minha mão. Sorrindo eu gostaria de poder te entregar o meu coração! Todavia, não haveria certeza nessa entrega, parte de mim seria apris...
A vertigem da escrita.