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Mostrando postagens de outubro, 2011

Percepções da madrugada

P ercebi nessa madrugada algo deveras intrigante, não sei qual o motivo de analisar em plena madrugada essa peculiaridade extasiante. Todavia, percebi, assim, apenas por cismar sobre meus vícios irritantes, percebi, enfim, o meu problema, é que eu bebo porque eu gosto de beber, ai é mais difícil de parar. Percebi que eu não gosto de curtir, eu só curto se estiver embriagada!  Adoro perceber que tudo esta leve, que nada me deixa confusa, adoro ver a minha mente ficar anestesiada. Adoro muito essa sensação de letargia. — Então, sou uma alcoólatra? Se isso é ser uma alcoólatra, então, me considero culpada, devo ser a maior culpada.  E se isso é realmente uma doença, só posso dizer que nasci doente, nasci com a mentalidade deturpada, se não, isso não seria uma doença, seria algo diferente. Observar essa deturpação da minha psico me faz entender certas passagens do meu viver, acredito ainda mais na inexistência da casualidade, portan...

Não são poemas

Não são dilemas? Parecem poemas! Todavia,  Não são poemas Nem versos soltos, São dilemas... Não são flores secas Ou galhos queimados Pelo calor. Observa o ritmo dessa Melodia louca, observa: Em elipses no céu! Não são poemas, veja Aquela nuvem cinzenta Sumindo... São dilemas lustrosos, Um foco de discórdia Interna.